A Dificuldade em Fazer Escolhas
Desde a Antiguidade os seres humanos sempre tiveram cautela com as escolhas. Com a tomada de decisões.
Quando uma situação exige uma tomada de decisão é porque existe a possibilidade de escolha.
Escolha entre caminhos distintos, pessoas distintas, atitudes distintas e mesmo pensamentos distintos.
A decisão de escolher “A” e não “B” – sempre traz um dilema.
No caso esse dilema surge da dúvida de “qual será a mais vantajosa”
E por que existe uma definição de “escolha mais vantajosa”?
Por causa da participação da variável de “tempo” nesse processo.
Toda escolha (ou decisão) vai ter como resultado uma consequência num primeiro momento, mais imediato; e, outra consequência, num segundo momento, num futuro mais adiante.
Em geral esse tipo de consequência em curto prazo é diferente do “tipo” de consequência em longo prazo.
Todos sabem disso, e é essa inevitável circunstância que torna as escolhas tão difíceis.
Por exemplo: neste período entra em jogo a "questão moral" de cada um, o estado de espírito, o conjunto de necessidades do momento, e também, acima de tudo, as experiências passadas em situações semelhantes, quando a escolha foi feita num sentido ou no outro.
E quem entra nesse processo de batalha? O nosso Cérebro é claro!
Ele está equipado com estruturas que apóiam tanto a decisão “A” como a decisão “B”. Dito de outra forma, decidir por “A” corresponde a obter uma recompensa imediata, agora, no presente. Decidir por "B" leva mais tempo, o "Prazer" está mais distante.
Existem estruturas cerebrais que nos empurram para tomar decisões a favor de atitudes que atendam à "instintos imediatos". São as estruturas "subcorticais", as mais antigas do nosso cérebro, que trazem em si uma enorme força biológica e estão ligadas ao Sistema Límbico.
Da mesma forma, e na direção oposta, sempre que nos inclinamos a decidir no sentido do prazer imediato, de atender os nossos instintos e buscar recompensas imediatas, um outro conjunto entra em cena procurando amenizar essa ânsia,. Fazendo com que ponderemos sempre sobre as conseqüências futuras.
Essas estruturas são mais recentes e estão localizadas no Córtex ou regiões pré-frontais, são biologicamente menos “testadas”, menos aprimoradas, e assim suscetíveis às “falhas”.
Enfim, essas estruturas estão diretamente comprometidas com a satisfação do PRAZER e obtenção de recompensas imediatas, bem como, sua limitação.
Se analisarmos bem, elas se identificam perfeitamente com FREUD e sua 2ª tópica: ID, EGO e SUPEREGO.
Onde o ID é o instinto em busca do prazer imediato.
O SUPEREGO, a 2ª estrutura, a que leva a ponderação.
O EGO, o que fica angustiado enquanto não for decidida a tomada de decisão.
(Adaptação do livro Dependência, Compulsão e Impulsividade de A. Gigliotti e A. Guimarães).
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PENSAMENTO
O Homem criou um Deus com as qualidades que ele queria ter e não tem: Bondade, Amor, Poder, Justiça, Verdade, Sinceridade, etc...
Mas também criou um Diabo com as qualidades que ele tem mas que não deseja ter: Ambição, Corrupção, Injúria, Mentira, Falsidade, etc...
Por isso, muitas vezes o homem afirma para sí mesmo que ele é um nada.
Mas também criou um Diabo com as qualidades que ele tem mas que não deseja ter: Ambição, Corrupção, Injúria, Mentira, Falsidade, etc...
Por isso, muitas vezes o homem afirma para sí mesmo que ele é um nada.